Instituto RME e Fundación MAPFRE oferecem cursos gratuitos para mulheres

No dia 5 de julho foi lançada a plataforma de conteúdo online ligada ao programa “Ela Segura”, parceria entre o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) e Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos que atua na promoção do bem-estar social.

Anunciado recentemente, o projeto foi elaborado para fomentar o empreendedorismo feminino e oferecer desenvolvimento pessoal e capacitações técnicas e comportamentais, de forma online e gratuita, para mais de 50 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o País.

Entre os temas disponibilizados estão conteúdos de desenvolvimento comportamental como Autoconfiança e Comunicação Pessoal. Para as competências técnicas, os aprendizados serão em torno de Administração Financeira, Fundamentos de Empreendedorismo, Empregabilidade, Marketing. Ao final do curso, as mulheres participantes vão poder desenvolver atuais ou novos negócios, se reposicionar no mercado de trabalho ou conquistar outras formas de atividade remunerada.

Segundo Ana Fontes, presidente do Instituto RME, as beneficiadas contarão com um modelo de aprendizado no formato de trilhas, o que permite com que os conteúdos sejam ensinados para que a participante possa chegar aos seus objetivos.

“Por exemplo, na Trilha Empreendedora ela descobrirá qual é o perfil ideal para empreender, como começar um negócio, como identificar se aquela ideia vai dar certo, entre outras coisas. Já a Trilha Empregadora é para aquela que está buscando um novo emprego e gostaria de saber como identificar habilidades e competências que as empresas valorizam”, explica Ana Fontes.

O “Ela Segura” ainda oferecerá a 2.520 mulheres um auxílio alimentação mensal no valor de R$ 110, durante seis meses, e outras 160 – que terão seus negócios selecionados – receberão aporte financeiro de R$ 3 mil no fim do programa, além de acompanhamento técnico para o desenvolvimento dos negócios.

“A Fundación MAPFRE tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e para o progresso da sociedade. Queremos apoiar o empreendedorismo feminino, mudando a condição de vida de milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade. O programa abre caminho para que as beneficiadas conquistem sua independência financeira e seu desenvolvimento pessoal. Somente dessa forma, romperemos ciclos de violência e as ajudaremos a fortalecerem suas famílias e comunidades”, diz Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil.

Serviço

Inscrições abertas pelo portal: https://elasegura.com.br/

Estreia da plataforma com os conteúdos dos cursos: 05/07/2021

https://institutorme.org.br/

Sobre o Instituto RME

O Instituto RME, criado em 2017, é o braço social da Rede Mulher Empreendedora – RME e está apoiado em valores como igualdade de gênero, oportunidade para todos, educação, capacitação acessível e colaboração social. O foco é capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil e ajudá-las a conseguir autonomia sobre suas vidas e seus negócios.

Sobre a Fundación MAPFRE

Com sede na Espanha e atuação em 31 países, a Fundación MAPFRE é uma instituição sem fins lucrativos, que tem o objetivo de promover, fomentar e investir em pesquisas, estudos e atividades de interesse geral da população. No Brasil atua para disseminar valores, promover o acesso à informação, cultura e visa contribuir com o bem-estar da sociedade, apoiando e desenvolvendo iniciativas nas áreas de Ação Social, Prevenção e Segurança Viária, Seguro e Previdência Social, Promoção da Saúde e Cultura.

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Shopping Das Valquirias é criado para promover economia circular na periferia de São José do Rio Preto (SP)

Desde o dia 10 de julho, centenas de mulheres da periferia e favelas do Noroeste Paulista (SP) podem visitar confortavelmente o Shopping Das Valquirias. O empreendimento é fruto do Instituto As Valquírias, organização social liderado projeto liderado por Amanda Oliveira, instalada na Zona Norte da cidade, o Instituto é uma distribuidora de oportunidades para meninas, mulheres e seus filhos em situação de vulnerabilidade social e emocional e trabalha para que muito em breve o tema desigualdade social e de gênero seja vista somente nos livros de histórias.

A CEO e fundadora do Instituto explica que espaço foi idealizado com dois objetivos centrais. O primeiro é incentivar a potência do empreendedorismo criativo para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade, que podem comercializar peças próprias e customizadas. E o segundo é proporcionar um ambiente totalmente acolhedor e seguro para a população de baixa renda. “Esse shopping nasceu de uma demanda que recebíamos constantemente de que as pessoas de baixa renda, especialmente as mulheres não se sentirem confortáveis de visitar shoppings por não entenderem que esse espaço pode ser ocupado por elas”, afirma Amanda.

Com parceria do escritório Triplex Arquitetura, comandado por Adriana Helú Hawilla, Carolina Oliveira, Marina Torre Lobo; e de Flavia Carron, da Flavia Carron Arquitetura; o Shopping Das Valquírias tem 294² de área e conta com espaços “Instagramáveis”, KIDS, Wi-fi gratuito, vitrines e toda a estrutura que um shopping convencional oferta, mas feito de forma a integrar a comunidade. “Nós queremos potencializar o consumo responsável e consciente por meio da economia circular. Vamos promover cursos de qualificação profissional na área da moda para mulheres de baixa renda e mulheres em sistema carcerário. A ideia é que elas possam aprender a customizar e personalizar itens, a partir de peças novas doadas por nossos parceiros, para que sejam comercializadas no shopping, por exemplo. Com isso, cada camisa, calça, saia e vestido será ainda mais especial, exclusivo e trará um pouco da história de cada uma delas”, explica Amanda.

Além de produtos adquiridos por meio de parcerias com grandes marcas como Mãos da Terra, Instituto C&A e Carolina Herrera, o shopping traz um grande trabalho de fomentação de empreendedoras locais com a venda de produtos próprios.

“Construímos um espaço sustentável, onde os móveis são feitos de palets por um pai da favela, as mesas são feitas com tambores reciclados, o espaço conta com energia solar doado pela energy Brasil de forma a contemplar seis dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, criados pela ONU”, completa.

São eles:

– ODS #01 – Erradicação da Pobreza
– ODS #05 – Igualdade de Gênero
– ODS #08 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico
– ODS #09 – Indústria, Inovação e Infraestrutura
– ODS #12 – Consumo e Produção Responsáveis
– ODS #17 – Parcerias e Meios de Implementação

O shopping As Valquirias estará localizado na Rua Ferez Gattaz, 599 Jd. Itapema – São José do Rio Preto – SP Para mais informações acesse http://institutoasvalquirias.com.br/e siga os perfis no instagram @valquiriasworld e @shoppingdasvalquirias

Sobre o Instituto As Valquirias

O instituto As Valquirias é uma Organização da Sociedade Civil, instalada na Zona Norte da cidade de São José do Rio Preto (SP), dedicada a entregar oportunidades para meninas, mulheres e seus filhos em situação de vulnerabilidade social e emocional. Ele atua em três frentes: a Organização Social, a Banda Musical e o Negócio de Impacto Social.

Amanda Oliveira, fundadora e CEO do Instituto As Valquírias fez parte da lista de Under-30 da Forbes, de 2019 e fez parte também da lista da McKinsey como uma das Jovens que mais inspiram o País, em 2020. Além disso, através do Instituto teve seu reconhecimento pela UNESCO e integrou nos anos de 2013 e 2014 o projeto Criança Esperança, da TV Globo e foi a primeira empreendedora social mulher a integrar a rede Gerando Falcões. Com mais de 18 premiações, Amanda é um exemplo de sucesso e determinação no empreendedorismo social feminino no Brasil. Para mais informações acesse http://institutoasvalquirias.com.br/.

Informações para imprensa
Casé Comunica – @casecomunica
Rafa Serato – rafael@casecomunica.com.br
Fabiana Oliva – fabiana@casecomunica.com.br
Patrícia Casé – patricia@casecomunica.com.br

Zygon abre 30 vagas para trabalho remoto

Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, anuncia a abertura de 30 vagas de trabalho, todas serão permanentemente para home office/remoto, mesmo após o fim das medidas de isolamento social. Sendo assim, podem candidatar-se pessoas de todo o Brasil e até mesmo de fora.

Para as vagas anunciadas, a Zygon busca atrair uma seleção mais inclusiva, por isso espera motivar para o universo da tecnologia mulheres, negros, LGBTQIA+, PcD e maiores de 50 anos. De acordo com Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de redes sociais, quem for contratado passará por um treinamento intenso no seu primeiro mês, por isso a seleção atentará principalmente para soft skills, visto que hard skills serão ensinadas durante o período de onboard das novas pessoas.

As vagas anunciadas são para Customer Success, Trader (Mídia Digital), Scrum Master, AdOps (Assistente de Mídia), Web Designer, Assistente de Pesquisa, Analista de Dados, Analista de Web Analytics, Analista de RH, Assistente Financeiro, entre outras. Essas oportunidades envolvem serviços de suporte, operacional, pesquisa, monitoramento e desenvolvimento.

“Acreditamos que mais importante do que apenas abrir novas vagas é oferecer um treinamento intenso para o desenvolvimento das hard sklills necessárias. Assim, encorajamos pessoas talentosas mesmo que não tenham contato prévio com marketing digital para se inscreverem no processo e verdadeiramente abrimos espaços no mercado de trabalho”, finaliza Lucas Reis.

Serviço
As inscrições podem ser feitas em: https://zygon.digital/jobs/

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Seu CEO, Lucas Reis, é Presidente do Comitê de Diversidade & Inclusão do IAB Brasil.

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Terceira fase de programa de incentivo ao empreendedorismo feminino terá apoio da Embaixada dos EUA

No último dia 30 de junho foi concluída a segunda fase do programa RME Digitaliza, focado em incentivar empreendedoras brasileiras a digitalizar seus negócios, a iniciativa é idealizada pela Rede Mulher Empreendedora (RME) em parceria com a ONU Mulheres. A próxima fase do programa contará com o apoio da Embaixada e Consulados dos Estados Unidos, por meio do financiamento do POWER, e da Amazon.com, e promoverá treinamento de três meses em marketing digital, vendas e transações online para mulheres empreendedoras.  As inscrições podem ser realizadas através do https://bit.ly/RME_Digitalize até o próximo dia 30 de julho, sexta-feira.

O evento de encerramento da primeira fase do programa contou com a presença do ministro-conselheiro da Embaixada dos EUA, Doug Koneff, e palestrantes como a Fundadora & CEO da RME, Ana Fontes e Tayná Leite, da ONU Mulheres.  As empreendedoras que participaram desta fase apresentaram pitch de negócios a um painel de juízes, que selecionaram as três melhores e as premiaram.  Para assistir ao evento e saber mais sobre as selecionadas acesse: https://bit.ly/Youtube_RMEDigitaliza .

O programa RME Digitaliza oferece oportunidades tanto para empreendedoras brasileiras quanto para empresas norte-americanas, fortalecendo o acesso das participantes à economia digital e potencializando o crescimento seus negócios.  

Segundo Ana Fontes, da RME, mulheres e meninas têm sido especialmente impactadas pelas consequências econômicas e sociais da pandemia. “Dessa mesma forma, os negócios liderados por essas mulheres vêm sofrendo drásticos prejuízos, uma vez que estão concentrados em atividades das mais afetadas durante a crise, como alimentação, vestuário, turismo e serviços”, explica Ana Fontes.

Para se inscrever na terceira fase do programa acesse: https://bit.ly/RME_Digitalize

Mais informações estão disponíveis em: https://rme.net.br/noticias/  

Sobre a RME  

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. O objetivo é fomentar o protagonismo feminino no empreendedorismo, auxiliar quem quer empreender e quem quer se inserir no mercado de trabalho. 

 

Siga o embaixador Chapman no Twitter @USAmbBR. As informações são atualizadas regularmente em nosso site. As nossas contas do TwitterFacebookInstagram e Flickr também fornecem atualizações regulares.   

  

Para mais informações sobre esta nota à imprensa, entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da Embaixada dos EUA em Brasília, pelo e-mail BrasiliaEMBEUA@state.gov. Participe da nossa lista de transmissão no WhatsApp: adicione o número (61) 99674-8008 na sua lista de contatos e envie uma mensagem com seu nome e o veículo que representa.   

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Rede Mulher Empreendedora passa a integrar o “Conselho para Capitalismo Inclusivo com o Vaticano”

A Rede Mulher Empreendedora, a primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, passa a integrar o “Council for Inclusive Capitalism with the Vatican”, uma organização global sem fins lucrativos que reúne imperativos morais e de mercado para construir um sistema econômico mais inclusivo, sustentável e confiável que atenda às necessidades das pessoas e do planeta. “Estou honrada em dar as boas-vindas a Ana Fontes, e sua RME, ao Conselho e espero trabalhar com ela e sua equipe para garantir um futuro melhor para todos nós”, disse Meredith Sumpter, CEO do Conselho para Capitalismo Inclusivo.

O Conselho para o Capitalismo Inclusivo está focado na ação. Coordenado por CEOs e líderes globais que comprometem suas organizações com medidas específicas para criarem valor de longo prazo para todas as partes interessadas. “Quer você administre uma pequena empresa, uma empresa de médio porte ou seja o CEO de uma corporação global, todos temos um papel a desempenhar para construir economias e sociedades mais inclusivas”, afirma Meredith Sumpter.

Segundo ela, os compromissos dos membros são mensuráveis ​​e publicados na plataforma online oficial da instituição. “Esses compromissos têm como objetivo motivar e desafiar os outros membros a articular idéias e contribuições para o movimento. As organizações aliadas trabalham em paralelo com os valores do Conselho, fornecendo um exemplo por meio de seu próprio trabalho e missões”, explica, reforçando que o Conselho é inclusivo e seus membros lideram organizações de todos os tamanhos, em todos os setores e territórios. “Abordamos a urgência em termos ações conscientes e coletivas de todo Conselho, ou seja, de líderes da indústria a empreendedores de pequeno e médio porte, para dimensionar o impacto necessário para que o capitalismo se torne mais inclusivo e sustentável”, finaliza Meredith.

O Conselho foi lançado em dezembro de 2020 com a convicção de que as empresas têm a responsabilidade e a capacidade de criar economias e sociedades mais fortes, justas e dinâmicas. A filiação ao conselho está aberta a todas as empresas e organizações que desejam assumir compromissos públicos mensuráveis ​​para práticas de negócios mais inclusivas e sustentáveis. A lista completa dos membros do Conselho está disponível no site https://www.inclusivecapitalism.com/our-members/.

Entre os líderes que fazem parte do Conselho estão:

Ajay Banga, presidente executivo, Mastercard

Oliver Bäte, Presidente do Conselho de Administração, Allianz SE

Marc Benioff, presidente, diretor executivo e cofundador, Salesforce

Edward Breen, presidente executivo, Dupont

Sharan Burrow, Secretária Geral, Confederação Sindical Internacional

Mark Carney, Conselheiro Financeiro da COP26 do Primeiro Ministro e Enviado Especial das Nações Unidas para Ação Climática e Finanças

Carmine Di Sibio, presidente global e diretor executivo, EY

Brunello Cucinelli, Presidente Executivo e Diretor de Criação, Brunello Cucinelli S.p.A.

Roger Ferguson, presidente e diretor executivo, TIAA

Lynn Forester de Rothschild, fundadora e sócia gerente, Inclusive Capital Partners

Kenneth Frazier, Presidente do Conselho e CEO, Merck & Co., Inc.

Fabrizio Freda, presidente e diretor executivo, The Estée Lauder Companies

Marcie Frost, CEO, CalPERS

Alex Gorsky, Presidente do Conselho e CEO, Johnson & Johnson

Angel Gurria, Secretário-Geral, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Alfred Kelly, Presidente e CEO, Visa Inc.

William Lauder, presidente executivo, The Estée Lauder Companies

Bernard Looney, CEO, BP

Fiona Ma, Tesoureira, Estado da Califórnia

Hiro Mizuno, Membro do Conselho, Princípios para Investimento Responsável

Brian Moynihan, presidente do conselho e diretor executivo do Bank of America

Ronald P. O’Hanley, Presidente e CEO, State Street Corporation

Rajiv Shah, presidente, The Rockefeller Foundation

Tidjane Thiam, membro do conselho, Kering Group

Darren Walker, presidente, Fundação Ford

Mark Weinberger, ex-presidente e CEO da EY e membro do conselho da J&J, MetLife e Saudi Aramco

Sobre RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

A RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso, conta com um marketplace com 1691 empresas cadastradas. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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