Taxa de voluntariado cai em 2020 e Transfoma Brasil promove prêmio com objetivo de aumentar o engajamento cívico

Segundo estudo realizado pela World Giving Index (WGI), da Charities Aid Foundation (CAF), representada no Brasil pelo IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social, o Brasil ocupa apenas o 54º lugar no Ranking Global de Solidariedade, sendo que, no último ano, a proporção de pessoas a partir de 14 anos de idade dedicadas ao trabalho voluntário caiu de 4,3% para 4%.

Diante desse cenário o Transforma Brasil, social tech do grupo Rede Muda Mundo que conecta projetos sociais de todo o país a voluntários, de acordo com perfil e áreas de interesse, e desenvolve iniciativas de engajamento cívico e responsabilidade social, está promovendo a primeira edição do prêmio “Voluntariado Transforma”.

Lançado em 28 de agosto, Dia Nacional do Voluntariado, quando a premiação foi apresentada em cerimônia no Cristo Redentor, o “voluntariômetro” está rodando e contabilizando as ações sociais realizadas pelos participantes da plataforma, marcando os dados que serão a base para o reconhecimento das três pessoas com mais horas de trabalho voluntário nas categorias Empresas, Voluntários, Setor Público (cidades, municípios), ONG’s, Instituições Religiosas e Personalidades. Além disso, 17 projetos ou iniciativas que mais estimularem ações de voluntariado e engajamento também serão premiados.

Segundo prévia do “voluntariômetro”, cerca de 3,8 milhões de horas de trabalho voluntário foram realizados até o momento e a expectativa é de ultrapassar 5 milhões até a premiação. Os vencedores ganharão, entre troféus, medalhas e reconhecimentos, uma viagem de experiência que proporcionará uma verdadeira imersão no ecossistema social do Rio de Janeiro (RJ) e, claro, vão participar da cerimônia de entrega em evento no Cristo Redentor.

Para Fábio Silva, presidente do Transforma Brasil, o prêmio é mais uma das formas encontradas para estimular a participação de pessoas no ecossistema do voluntariado. “A Covid-19 acentuou ainda mais a vulnerabilidade das comunidades mais pobres e aumentou as diferenças econômicas e sociais. Mas, ao mesmo tempo, fez surgir uma nova conjuntura social, onde as pessoas são codependentes e a arma mais poderosa para vencer uma crise humanitária é a solidariedade. Ajudar o próximo nunca foi tão importante como está sendo agora. Somos mais de 212 milhões de brasileiros, mas temos apenas 6,9 milhões de pessoas voluntárias. Precisamos ampliar, ainda mais, essa rede do bem”, comenta o empreendedor social.

Quem tiver interesse em participar do Voluntariado Transforma deve inscrever projetos, iniciativas e voluntários na plataforma (http://www.transformabrasil.com.br). As iniciativas precisam mostrar engajamento e abrir ações de voluntariado para estimular o “match do bem”, de forma a conectar pessoas que precisam de ajuda com pessoas que querem ajudar. A iniciativa também está aberta para a inclusão de patrocinadores, colaboradores e promotores.

“O objetivo é celebrar o resultado de tantas iniciativas e pessoas que fazem e ajudam milhares de pessoas no país para que eles continuem trabalhando por uma sociedade menos desigual, além de incentivar a participação de cada vez mais voluntários no Brasil”, finaliza Fábio.

 

Prêmio Voluntariado Transforma
Entrega aos vencedores no dia 28 de agosto de 2022 no Cristo Redentor
A contagem das horas é realizada entre os voluntários cadastrados na plataforma Transforma Brasil.
Para mais informações: https://www.voluntariadotransforma.com/

Sobre o Transforma Brasil
Plataforma de voluntariado e engajamento cívico que tem como visão transformar o Brasil através dos cidadãos, o Transforma Brasil é uma social tech que conecta projetos sociais de todo o país a voluntários de acordo com perfil e áreas de interesse, além de desenvolver iniciativas de engajamento cívico e responsabilidade social. Assim, profissionais de diversas áreas podem se cadastrar e se identificar com causas que precisem de apoio. As ações de voluntariado estão presentes em diversas áreas, como esporte, meio ambiente, treinamento profissional, pessoas com doenças raras, deficientes físicos, igualdade de gênero, combate à pobreza, proteção animal, educação, cultura e arte e muitos outros. O Transforma Brasil conta com cerca de três mil iniciativas sociais, 800 mil brasileiros cadastrados e quase 3 milhões de horas de trabalho voluntário em seu “voluntariômetro”. A Neoenergia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, é o apoiador master oficial do Transforma Brasil.

Sobre a NEOENERGIA
Companhia de capital aberto com ações (NEOE3) negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Parte do grupo espanhol Iberdrola, a empresa atua no Brasil desde 1997, sendo atualmente uma das líderes do setor elétrico do país. Presente em 18 estados e no Distrito Federal, seus negócios estão divididos nas áreas de geração, transmissão, distribuição e comercialização. As suas distribuidoras, Neoenergia Coelba (BA), Neoenergia Pernambuco (PE), Neoenergia Cosern (RN), Neoenergia Elektro (SP/MS) e Neoenergia Brasília (DF) atendem a mais de 15 milhões de clientes, o equivalente a uma população superior a 37 milhões de pessoas. A Neoenergia possui 4 GW de capacidade instalada em geração, sendo 88% de energia renovável, e está implementando mais 1 GW com a construção de novos parques eólicos. Em transmissão, são 1,4 mil km de linhas em operação e 5,3 mil km em construção. Por meio do Instituto Neoenergia, fomenta o desenvolvimento sustentável a partir de ações socioambientais e, assim, contribui para a melhoria da qualidade de vida das comunidades onde a empresa atua, sobretudo, pessoas mais vulneráveis, visando sempre pelo desenvolvimento sustentável. A companhia é primeira empresa no País a patrocinar exclusivamente a Seleção Brasileira de Futebol Feminino, dando nome à competição nacional, que passa a se chamar Brasileirão Feminino Neoenergia. Desde janeiro 2021, integra a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão – que reúne companhias que possuem as melhores práticas de governança e sustentabilidade corporativa

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Programa CoLABoratório Criativo ganha destaque no evento “Mais Brasil Na Tela”, da Netflix

Na manhã desta terça-feira,  dia 23 de novembro, o programa CoLABoratório Criativo ganhou destaque no evento virtual Mais Brasil Na Tela, promovido pela Netflix para discutir sobre os entraves e as oportunidades da indústria audiovisual brasileira. Na ocasião, a roteirista Marina Luísa Silva comentou, em depoimento por vídeo, sobre sua experiência durante a mentoria em 2021 e como ela já vislumbra um futuro diferente para sua carreira por meio do programa.

A iniciativa, que foi lançada com sucesso em 2020, atualmente está em sua segunda temporada. Até o momento, o projeto assistiu 28 contadores de histórias afro-brasileiros por meio do acesso ao treinamento intenso e masterclasses com os melhores roteiristas do Brasil e dos Estados Unidos. Os participantes deste programa também têm a oportunidade de apresentar suas séries para a Netflix e desenvolvê-las nas salas dos roteiros do programa. A iniciativa CoLAB foi desenhada pela AFAR Ventures LLC, agência de consultoria em diversidade e mídia em parceria com a WIP, aceleradora de propriedade intelectual com sede em SP, e com financiamento da Netflix.

A primeira edição do programa aconteceu entre outubro e dezembro de 2020, e contou com a seleção de 12 roteiristas negres, num time formado por nomes brilhantes do mercado como: Ana Julia Travia, Camila de Moraes, Everlane Moraes, Jessica Queiroz, Renata Di Carmo, Susan Kalik, Tamiris Hilário, Thays Berbe, Diego Paulino, Elton de Almeida, Marcelo Lima e Raul Perez. A segunda edição, que teve início em 19 de julho deste ano, com previsão de término em 03 de dezembro de 2021, conta com 16 participantes, sendo 10 mulheres, 2 homens trans, 1 trans não binária e 3 homens.

O processo de seleção é feito pelas equipes da AFAR e da WIP por meio de pesquisa e curadoria de instituições focadas no mapeamento de profissionais afro-brasileiros do mercado cinematográfico, como a Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN) e a Nordeste Lab, e profissionais renomados.

Na primeira fase, os professores e palestrantes convidados compartilham suas expertises e experiências, e envolvem os participantes nos treinamentos sobre como desenvolver uma série, passando por táticas e ferramentas de storytelling. Eles abordam temas como: estrutura de roteiro, criação e desenvolvimento de personagens, processo de construção de episódios, construções narrativas para diferentes gêneros, entre outros. No final desta fase, cada participante entrega o seu projeto autoral e o apresenta em um pitch para a Netflix. Desses, alguns são escolhidos para serem continuados dentro do programa. Já na etapa dois, os projetos selecionados são aperfeiçoados e recebem suporte de renomados mentores com vasta experiência em salas de roteiro, para o desenvolvimento das bíblias e dos pilotos.

O CoLAB Criativo 2020 já teve resultados muito significativos: 11 projetos de série foram criados, três deles foram escolhidos pela Netflix e, destes, dois estenderam seus desenvolvimento. Além disso, quatro participantes foram contratados por produtoras parceiras por recomendação da plataforma.

“As empresas somaram suas expertises para produzir o programa que conduzem com um time de talentos negros, para atender a mais este investimento da Netflix no Brasil em um projeto que contribui diretamente para maior diversidade e inclusão na produção de conteúdo genuinamente brasileiro”, explica Raquel Natal, chefe de projetos. “E que o mercado deixe de invisibilizar estes brilhantes criadores negros, que estão prontos e cheios de histórias para contar”, finaliza David Wilson, CEO da AFAR Ventures.

Sobre a AFAR Ventures e WIP

AFAR Ventures é uma agência líder em diversidade, dados e soluções de mídia, especializada em oportunidades

para afrodescendentes no Brasil.  A empresa ajuda marcas nacionais, corporações multinacionais e investidores a treinar e envolver esses públicos de forma autêntica usando dados proprietários, a plataforma de mídia da empresa, AFRO.TV e  outras soluções criativas. A WIP Ventures é especializada em desenvolver oportunidades sobre propriedades intelectuais de entretenimento. Sua missão é empoderar criadores a desenvolver e expandir histórias e negócios.

 

Casé Comunica

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Capa de novo livro de Luana Génot traz ilustração de Thiago Limón

Em novembro, chega às livrarias brasileiras o segundo livro da publicitária, escritora,  executiva e apresentadora Luana Génot. Intitulado “MAIS FORTE – Entre lutas e conquistas”, a publicação que sai pela Editora Objetiva aborda as vivências e opiniões de Luana sobre os mais variados temas como autoestima, beleza, ancestralidade, maternidade, empreendedorismo, tendo como fio condutor a palavra “forte”, usada por muito tempo para definir o que mulheres negras deveriam ser. O livro é um convite aos leitores para um olhar em perspectiva sobre como as vivências ao longo da vida te fortalecem.

E para expressar a essência das histórias e deste convite à introspecção e autoconhecimento, foi convidado o ilustrador e designer gráfico Thiago Limón para criar a capa do projeto. Conhecido por trabalhos como as ilustrações exibidas no documentário Amarelo – É Tudo Pra Ontem, do cantor Emicida; além de ações com a Biblioteca Mario de Andrade, o artista traz, para o livro, uma versão estilizada de Luana Génot em frente a palavras que fazem parte do conteúdo editorial como “sonhos”, “modelo de negócios”, “propósito” e “antirracismo”.

E para a orelha do livro, a autora foi fotografada pelo renomado retratista carioca Jorge Bispo.

O livro “MAIS FORTE – Entre lutas e conquistas”, de Luana Génot já está em pré venda nas principais livrarias do país e pelo link https://bit.ly/MaisForteLG

SERVIÇO:

“MAIS FORTE – Entre lutas e conquistas”, Luana Génot

Número de páginas: 176

Preço: R$ 44,90 / E-book: R$ 29,90

Lançamento: 23/11/2021

 

Sobre Luana Génot

Fundadora e Diretora Executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), que impulsiona práticas antirracistas no mundo corporativo e na sociedade, Luana Génot é mãe da Alice, publicitária e mestra em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET-RJ. Autora do livro “Sim à Igualdade Racial – Raça e Mercado de Trabalho”, que foi finalista do Prêmio Jabuti 2020. Já foi voluntária na campanha de Barack Obama e tem treinado executivos no Brasil, Estados Unidos, México, França, entre outros. Para acompanhar o trabalho de Luana Génot, o instagram é @luanagenot

Camila Coutinho apresenta 5 projetos de empreendedoras do GE Formando Líderes

A empresária e comunicadora Camila Coutinho se encontrou presencialmente, pela primeira vez, com o grupo de alunas do GE Formando Líderes, iniciativa idealizada por ela e realizada em parceria com o Porto Social, que oferece mentoria com um time especializado para capacitar, treinar e desenvolver mulheres em empreendedorismo e gestão de negócios.

Segundo Camila Coutinho, o projeto é uma forma de incentivar mulheres a terem independência financeira e, com isso, conquistarem também mais autonomia em suas vidas. “Acredito que empreender é criar uma oportunidade. Não gosto de romantizar ou propagar o discurso de que é algo supersimples, mas pode ser uma opção incrível para muitas mulheres retomarem seu poder de escolha, sim!”, comenta Camila.

Destinado a mulheres que vivem nas comunidades do Rio de Janeiro (RJ) e possuam alguma ideia ou empreendimento com potencial para trazer impactos positivos à comunidade e ao planeta, o programa está trabalhando inicialmente com 35 beneficiadas e tem duração de três meses, terminando no final de novembro de 2021, com workshops e mentorias coletivas nas áreas do empreendedorismo social, gestão, vendas, comunicação, liderança e educação financeira.

“Conhecer de perto a força, coragem e determinação dessas mulheres, e saber que cada um de nós pode colaborar de alguma forma para o desenvolvimento delas, é muito especial”, diz Camila. Conheça 5 projetos do programa:

Rampa Criativa, Juliana Francisco: formada em design de moda e empreendedora, atualmente empreende, ao lado do irmão, na Rampa (@lojarampa). Têm dois focos: contratar os serviços das pessoas do bairro onde vivem e serem transformadores sociais. O objetivo de Juliana é crescer, ter a própria confecção e em determinado dia da semana ceder o espaço para a comunidade local com cursos de modelagem, administração, empreendendorismo, entre outros temas que envolvem um negócio de moda.

A Criativa, Ludmyla Oliveira: administradora e consultora financeira, quer oferecer educação financeira como ferramenta de transformação social e busca aproximar o assunto dinheiro ao dia a dia de mulheres periféricas, introduzindo novos conhecimentos e conversando sobre a importância dele para a construção do futuro de suas famílias.

Projeto social Visão e Foco, Lucineide: atua como agente da visão levando acesso para todas as pessoas que precisam de correção visual, com óculos de qualidade e baixo custo. Orienta, conscientiza e se relaciona com as pessoas que não possuem condições ou que moram em áreas de vulnerabilidade social.

Natú petiscos e refeições vegetarianas, Talita: tem um delivery de comida vegana/vegetariana. Procura trazer uma forma mais atrativa de conhecer a alimentação sem ingredientes de origem animal.

Centro de Convivência Acolher, Rosane Machado: deseja atender a População idosa de sua comunidade através de um Centro de Convivência  com atividades de integração social.

O programa GE Formando Líderes acontece até o final do mês de novembro de 2021 e, para conhecer os 35 projetos participantes, acesse http://www.portosocial.com.br.

 

Sobre o Porto Social

Parte da Rede Muda Mundo, o Porto Social é um centro de soluções para impacto social positivo com a missão de contribuir para a criação de políticas públicas mais justas, iniciativas privadas mais responsáveis e conscientes e organizações da sociedade civil mais qualificadas. Com atuação presencial em Recife (PE) e online por meio da plataforma “PortALL”, esse centro de soluções para impacto social conecta primeiro, segundo e terceiro setor, criando soluções inovadoras que colocam o cidadão como parte ativa e de extrema importância para que as reais mudanças aconteçam. http://www.portosocial.com.br/

 

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Pesquisa inédita traz leitura de 5,5 milhões de interações sobre Universo Trans nas redes sociais

“Universo Trans” é uma pesquisa inédita realizada pela Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, em parceria com a Nhaí!, agência de inovação do entretenimento e marketing com foco na diversidade, e a Casé Fala, agência de conteúdo e curadoria de palestras, que traz recortes sociais e comportamentais a partir de interações sobre o tema no Twitter.

Para realizar essa pesquisa foram coletados 164,93 mil tweets, 5,5 milhões de interações sobre o assunto, em apenas cinco meses. E tudo isso para saber “Mas o que as pessoas trans falam sobre suas perspectivas?”.

A pesquisa trouxe um recorte social e mostra que 70% das pessoas trans ou travestis pretas e periféricas falam mais sobre racismo associado a temas como Corpo e Transição, Oportunidade e Identidade, do que sobre os demais assuntos que permeiam seus estilos de vida.

Além deste dado, a pauta mais debatida é a Transfobia com 88,6% das menções, seguido de Identidade 4,78%, Luta e aceitação 4,03%, Oportunidade 1,51% e Corpo e transição 1,07%. “Com estes dados, foi possível ver as diferentes nuances sobre o que se fala online a respeito do universo trans. Há predominância, ainda, de relatos de transfobia, mas vemos como outras pautas estão em crescimento acelerado”, explica Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de redes sociais.

“Além de existir uma imposição de padrão estético no corpo trans, tem também a sua objetificação e exigência de servir como um marcador social. O processo de aceitação e de assumir-se perante a sociedade é algo mais difícil para pessoas negras e periféricas”, afirma Raquel Virgínia.

Ainda assim, Identidade foi o segundo assunto mais debatido e teve um aumento de 133% no período da pesquisa. Só o termo “pronome” aparece em mais de 25% de todos os conteúdos relacionados à identidade.

Seguido de Luta e aceitação, enfatizando o reconhecimento da intelectualidade e capacidade de ocupar quaisquer espaços sociais demonstrando uma interseccionalidade com o tema Oportunidade.

De acordo com dados da pesquisa, o tema Oportunidade teve maior número de tweets realizados no dia 29 de janeiro de 2021, dia da Visibilidade Trans e Travesti. E ao longo do tempo ganhou força, apresentando uma taxa de engajamento 22% superior à média. 31% desse grupo está em busca de oportunidade e 47% busca visibilidade, os demais abordam assuntos como empreendedorismo.

Não à toa que o maior pico com 33 mil tweets veio no último dia 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, com exigências de igualdade, respeito, contra a discriminação e violência. Como também, outra questão muito comentada foi a participação de uma mulher trans no reality No Limite, trazendo menções sobre a importância da representatividade nesses espaços midiáticos.

O que a pesquisa mostrou é que posts sobre oportunidades engajam 22% a mais que posts sobre casos de transfobia. “Isso mostra a importância da inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho, o quanto querem, procuram e engajam no assunto” reitera Raquel Virgínia.

“Atualmente fala-se muito sobre a importância da diversidade, mas para evoluir é necessário ter um olhar atento e mais profundo para questões de raça e gênero, essa pesquisa colabora para a importância de avançar com essa pauta para além do mês do orgulho LGBTQIA+, precisamos evoluir e incluir essas questões estrategicamente nos negócios”, ressaltam Patrícia Casé e Fabiana Oliva, cofundadores da Casé Fala.

 

Sobre a Nhaí!

A Nhaí! é uma agência de ideias e negócios que surgiu da vontade em contribuir para a inovação de projetos de comunicação e entretenimento com visão ampliada e foco em diversidade. Fundada em 2019 por Raquel Virgínia, mulher trans e negra, cantora, compositora e empreendedora. Com um nome divertido e inovador, Nhaí! significa “e aí?”, retirada do dialeto Pajubá, essa palavra representa em apenas quatro letras tudo o que a empresa e os protagonistas dela representam no meio do mercado e do mundo profissional. Nhaí! conecta marcas a projetos com representatividade e protagonismo trans e negro. Além disso, também prestam consultoria a empresas que querem internamente desenvolver um olhar mais diverso e inovador com relação a essas temáticas.

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Como membro do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), a empresa atua nos comitês de mídia programática, privacidade e adverfication, na definição de normas de melhores práticas para o setor.

 

Sobre a Casé Fala

A Casé Fala é uma ponte entre pessoas que pensam e realizam, empresas e a sociedade civil. Nosso  objetivo é o diálogo! Aproximando pessoas, grupos e  desenhando experiências.

Palestras, convenções, workshops, vivências, consultoria em diversidade e sobre novos temas e comportamentos são apenas alguns  dos formatos de entrega que promovemos para intensificar  o aprendizado entre nossos e nossas clientes, nosso elenco e outros  especialistas e pessoas convidadas.

O nosso departamento de diversidade conta com  pensadores e intelectuais renomados e com larga experiência no mercado nacional e internacional.

A empresa tem como sócias, a empresária Patrícia Casé, fundadora da Casé Comunica, Fabiana Oliva, jornalista e especialista em gestão de crise, e tem como associada Joyce Ruiz, publicitária e ex-diretora de atendimento do Banco de Eventos.

Atriz Thalita Carauta fala sobre hiperssexualização dos corpos negros em segundo episódio de Sexta Black

A atriz, autora e diretora teatral brasileira Thalita Carauta é a entrevistada do “Sexta Black” que vai ao ar nesta sexta-feira, dia 20 de agosto, às 20h, no Youtube da GNT.
Comandado pela publicitária, escritora, apresentadora e mestra em Relações Étnico-Raciais, Luana Génot, o segundo episódio da nova temporada da atração debate a hiperssexualização dos corpos negros.  “A gente ouve expressões como ‘mulata tipo exportação’ e ‘negão gato’ como uma forma de elogio mas elas trazem consigo todo um peso que faz com que negros e negras não sejam vistos como corpos amáveis“, explica Luana.
Durante o programa, além de falar sobre o tema e como a mídia ajuda a reforçar estereótipos, Thalita, que atualmente está em um relacionamento com a também atriz Tamirys Ohanna, comenta sobre a importância de representatividade e de tornar pública a sua orientação sexual: “Lembro que uma vez eu estava em uma reunião de um grupo de teatro na Lapa, e as pessoas estavam falando sobre os grupos que sofriam mais violência, falando de mulheres, negros, sapatão… e eu falei ‘caramba, eu sou tudo isso’. É tudo um pacote eu não consigo desvencilhar uma coisa da outra, é um combo que chega“, falou a convidada, durante a entrevista.
O segundo episódio de “Sexta Black” vai ao ar no dia 20 de agosto às 20h no canal do Youtube da GNT.
Sobre o #SextaBlack

Criado e comandado pela publicitária, escritora, apresentadora e mestra em Relações Étnico-Raciais, Luana Génot. O programa #SextaBlack nasceu do objetivo de fazer com que mais pessoas brancas, pretas, amarelas, pardas ou indígenas dialoguem e reflitam sobre temas como cor, raça, trajetória, pertencimentos  afim de criar, juntos, uma sociedade antirracista na prática. Exibido no canal do YouTube da GNT, o programa teve sua primeira temporada vinculada entre novembro de dezembro de 2020 com cinco episódios que contaram com a participação de personalidades e especialistas como Hélio de La Peña, Kaê Guajajara e Lian Thai. Com direção e co-criação de Shirlene Paixão e Jorge Espírito Santo, o programa também reforça a diversidade, tanto à frente, quanto por trás das câmeras e já está com a segunda e a terceira temporada confirmadas. Assista em Youtube.com/canalGNT

Sobre Luana Génot

Fundadora e Diretora Executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), que impulsiona práticas antirracistas no mundo corporativo e na sociedade, Luana Génot é mãe da Alice, publicitária e mestra em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET-RJ. Autora do livro “Sim à Igualdade Racial – Raça e Mercado de Trabalho”, que foi finalista do Prêmio Jabuti 2020. Já foi voluntária na campanha de Barack Obama e tem treinado executivos no Brasil, Estados Unidos, México, França, entre outros. Para acompanhar o trabalho de Luana Génot, o instagram é @luanagenot

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