Pesquisa inédita traz leitura de 5,5 milhões de interações sobre Universo Trans nas redes sociais

“Universo Trans” é uma pesquisa inédita realizada pela Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, em parceria com a Nhaí!, agência de inovação do entretenimento e marketing com foco na diversidade, e a Casé Fala, agência de conteúdo e curadoria de palestras, que traz recortes sociais e comportamentais a partir de interações sobre o tema no Twitter.

Para realizar essa pesquisa foram coletados 164,93 mil tweets, 5,5 milhões de interações sobre o assunto, em apenas cinco meses. E tudo isso para saber “Mas o que as pessoas trans falam sobre suas perspectivas?”.

A pesquisa trouxe um recorte social e mostra que 70% das pessoas trans ou travestis pretas e periféricas falam mais sobre racismo associado a temas como Corpo e Transição, Oportunidade e Identidade, do que sobre os demais assuntos que permeiam seus estilos de vida.

Além deste dado, a pauta mais debatida é a Transfobia com 88,6% das menções, seguido de Identidade 4,78%, Luta e aceitação 4,03%, Oportunidade 1,51% e Corpo e transição 1,07%. “Com estes dados, foi possível ver as diferentes nuances sobre o que se fala online a respeito do universo trans. Há predominância, ainda, de relatos de transfobia, mas vemos como outras pautas estão em crescimento acelerado”, explica Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de redes sociais.

“Além de existir uma imposição de padrão estético no corpo trans, tem também a sua objetificação e exigência de servir como um marcador social. O processo de aceitação e de assumir-se perante a sociedade é algo mais difícil para pessoas negras e periféricas”, afirma Raquel Virgínia.

Ainda assim, Identidade foi o segundo assunto mais debatido e teve um aumento de 133% no período da pesquisa. Só o termo “pronome” aparece em mais de 25% de todos os conteúdos relacionados à identidade.

Seguido de Luta e aceitação, enfatizando o reconhecimento da intelectualidade e capacidade de ocupar quaisquer espaços sociais demonstrando uma interseccionalidade com o tema Oportunidade.

De acordo com dados da pesquisa, o tema Oportunidade teve maior número de tweets realizados no dia 29 de janeiro de 2021, dia da Visibilidade Trans e Travesti. E ao longo do tempo ganhou força, apresentando uma taxa de engajamento 22% superior à média. 31% desse grupo está em busca de oportunidade e 47% busca visibilidade, os demais abordam assuntos como empreendedorismo.

Não à toa que o maior pico com 33 mil tweets veio no último dia 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, com exigências de igualdade, respeito, contra a discriminação e violência. Como também, outra questão muito comentada foi a participação de uma mulher trans no reality No Limite, trazendo menções sobre a importância da representatividade nesses espaços midiáticos.

O que a pesquisa mostrou é que posts sobre oportunidades engajam 22% a mais que posts sobre casos de transfobia. “Isso mostra a importância da inclusão de pessoas trans no mercado de trabalho, o quanto querem, procuram e engajam no assunto” reitera Raquel Virgínia.

“Atualmente fala-se muito sobre a importância da diversidade, mas para evoluir é necessário ter um olhar atento e mais profundo para questões de raça e gênero, essa pesquisa colabora para a importância de avançar com essa pauta para além do mês do orgulho LGBTQIA+, precisamos evoluir e incluir essas questões estrategicamente nos negócios”, ressaltam Patrícia Casé e Fabiana Oliva, cofundadores da Casé Fala.

 

Sobre a Nhaí!

A Nhaí! é uma agência de ideias e negócios que surgiu da vontade em contribuir para a inovação de projetos de comunicação e entretenimento com visão ampliada e foco em diversidade. Fundada em 2019 por Raquel Virgínia, mulher trans e negra, cantora, compositora e empreendedora. Com um nome divertido e inovador, Nhaí! significa “e aí?”, retirada do dialeto Pajubá, essa palavra representa em apenas quatro letras tudo o que a empresa e os protagonistas dela representam no meio do mercado e do mundo profissional. Nhaí! conecta marcas a projetos com representatividade e protagonismo trans e negro. Além disso, também prestam consultoria a empresas que querem internamente desenvolver um olhar mais diverso e inovador com relação a essas temáticas.

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Como membro do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), a empresa atua nos comitês de mídia programática, privacidade e adverfication, na definição de normas de melhores práticas para o setor.

 

Sobre a Casé Fala

A Casé Fala é uma ponte entre pessoas que pensam e realizam, empresas e a sociedade civil. Nosso  objetivo é o diálogo! Aproximando pessoas, grupos e  desenhando experiências.

Palestras, convenções, workshops, vivências, consultoria em diversidade e sobre novos temas e comportamentos são apenas alguns  dos formatos de entrega que promovemos para intensificar  o aprendizado entre nossos e nossas clientes, nosso elenco e outros  especialistas e pessoas convidadas.

O nosso departamento de diversidade conta com  pensadores e intelectuais renomados e com larga experiência no mercado nacional e internacional.

A empresa tem como sócias, a empresária Patrícia Casé, fundadora da Casé Comunica, Fabiana Oliva, jornalista e especialista em gestão de crise, e tem como associada Joyce Ruiz, publicitária e ex-diretora de atendimento do Banco de Eventos.

Autocuidado: o mercado de US$ 1,5 trilhão e o crescimento de 122% no interesse por estética

No Brasil, a Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, realizou um estudo comportamental sobre autocuidado e interesse por estética com base em mais de 105 mil menções postadas em redes sociais ao longo de 2020. Os dados apurados indicam que 90,67% das pessoas se preocuparam mais em cuidar do cabelo, enquanto 41% delas demonstrarem que a prática de se cuidar traz um sentimento maior de leveza.

E uma pesquisa realizada pela McKinsey & Company com 7,5 mil consumidores de seis países, entre eles o Brasil, indica que 79% dos entrevistados acreditam que o bem-estar é importante e 42% o sinalizam como uma prioridade. Além disso, o valor de mercado global de produtos e serviços considerados neste segmento está calculado em mais de US$ 1,5 trilhão, com crescimento anual entre 5% e 10%. A pesquisa mostra ainda que o gasto com produtos chega a 70% desse valor e os outros 30% são destinados aos serviços.

Ano passado houve ainda um crescimento de 122% no interesse pelo tema estética e autocuidado, com um grande pico no mês de agosto que chegou a 287% – época em que foi decretada uma flexibilização das medidas mais restritivas da quarentena em muitas regiões do Brasil.

A prática de skincare (cuidado com a pele) também cresceu desde o início da pandemia, mas as menções de interesse a ela corresponderam a 7,9%, seguida pela atenção ao corpo, que correspondeu a 1,43% das menções.

Mas, por que o autocuidado cresceu em 2020?

“A pandemia gerou diversas consequências terríveis. Saindo do caos na saúde e políticas públicas, outras questões sensíveis vêm sendo discutidas, como as relacionadas à saúde mental, por exemplo. A pesquisa nos mostra que as pessoas encontraram nos momentos para cuidarem de si uma boa forma de tornar a situação mais leve”, explica Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de dados de redes sociais. Neste sentido, os números apontam que 41% do público analisado liga a prática do autocuidado ao sentimento de leveza; 37% menciona felicidade e 22% relaxamento a esses momentos.

Dessa forma, Lucas Reis analisa que “lavar, hidratar, umectar, fitar e secar o cabelo tornou-se parte de um ritual para se deixar mais bonito por fora, mas, principalmente, ficar mais tranquilo por dentro. Esses sentimentos se tornaram necessários durante o momento de tensão e incerteza causado pela pandemia como uma alternativa”, conclui.

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Seu CEO, Lucas Reis, é Presidente do Comitê de Diversidade & Inclusão do IAB Brasil.

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Fora de estereótipos: 22 milhões de mulheres se interessam por política e 1,7 milhão têm o próprio negócio

Zygon, adtech especializada em soluções de mídia programática, realizou um levantamento para saber o que os dados mostram sobre os estereótipos criados pela publicidade para o público feminino, que representa 51,8% da população brasileira. Os dados reforçam que as mulheres têm um grande potencial empreendedor, mesmo não sendo a maioria nos cargos de liderança:

  • Ao todo, 1,7 milhão de mulheres estão como “lifestyle” de donas de negócios. E elas também têm curiosidade sobre inovação;
  • Mais de 3,7 milhões delas vêem interesse em no imóvel próprio;
  • Outras 2,8 milhões buscam informações sobre o mercado financeiro.
  • E no universo das leis não fica para trás: cerca de 1,9 milhões procuram por assuntos jurídicos;
  • Do público interessado por política na internet, 32% é representado por mulheres;
  • Os números indicam que no Brasil, 22 milhões se interessam por política e acompanham colunas sobre o assunto;
  • As buscas pelo termo “mulheres na política” cresceram 79% no segundo semestre de 2020, embora elas estejam longe de ocupar cargos de representação política na mesma proporção.  

“Estamos tentando desconstruir os estereótipos criados pela sociedade e replicados pela publicidade, mostrando adesões de públicos pouco imaginados para bens de consumo”, comenta Marília Duarte, COO na Zygon, que idealizou o levantamento junto com Maria Cerviño, Analista de Mídia Digital. A ideia das especialistas é abrir dar subsídios para abrir a criatividade e os horizontes na forma como as “personas” são pensadas ao serem criadas as campanhas de publicidade.

 

Para a pesquisa os dados utilizados são NON-PII (não identificáveis) oriundos dos principais Data Providers comportamentais do mercado, como Navegg e Tail Target. Eles foram cruzados com informações demográficas fornecidas pelo site IBGE Educa. Aliado a isto, foi usada a ferramenta Google Trends, que demonstra o interesse nos termos dentro do buscador Google no Brasil.

Mais dados interessantes:

  • 2.8 milhões em ciência e tecnologia;
  • 2 milhões em educação;
  • 501.5 mil mulheres pesquisam sobre computação;

Nos esportes:

  • 2.4 milhões em futebol;
  • 310 mil em artes marciais;
  • 282.6 mil se interessam por ciclismo;
  • 145.9 mil em dança;
  • 132.8 mil em tênis;
  • 71.9 mil em surfe.

Recorte Regional

  • Bahia: a categoria saúde é a que se destaca quando falamos de intenção de compra, planos de saúde, medicamentos, serviços odontológicos e artigos fitness entram nessa categoria;
  • Pernambuco: interesse por carreira e educação (vestibular, empregos, concurso público, etc.) e comidas e bebidas (culinária, alimentação saudável, vegetarianismo, vinhos, etc.) na mesma proporção;
  • Ceará: são mais de 1.1 milhão de mulheres interessadas em tecnologia, desde desenvolvimentos de softwares e tecnologia empresarial, até redes sociais e fotografia;
  • Goiás: 84% das mulheres utilizam dispositivos móveis para se atualizarem das notícias. Os principais assuntos de interesse são notícias locais, policiais, ciência e economia;
  • São Paulo: 27 milhões de mulheres tem interesse em entretenimento.

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