Pesquisa IRME revela que empreender ajudou 48% das empreendedoras a saírem de relações abusivas

O Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) revela que 34% das mulheres ouvidas em sua pesquisa anual sofreram algum tipo de agressão em relações conjugais. O estudo também aponta que, ao empreender, 48% delas conseguiram sair desses relacionamentos abusivos e até violentos.

Esse número faz parte da 6ª edição da Pesquisa anual elaborada pelo Instituto e Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, em parceria com o Instituto Locomotiva, que aborda temas do universo empreendedor feminino e traz ainda perspectivas sobre o perfil dessas mulheres e a relação com seus negócios.

Segundo Ana Fontes, fundadora e presidente da Rede e do Instituto Rede Mulher Empreendedora, a pesquisa confirma o sentimento evidente das mulheres que empreendem.

“De forma geral, as mulheres se sentem mais independentes, confiantes e seguras quando têm uma geração de renda própria, permitindo que ela mude sua condição dentro de relacionamentos abusivos”, comenta Ana.

Essa afirmação também é sugerida entre os dados coletados pela pesquisa, pois 81% das mulheres consultadas concordam que empreendedoras têm mais autonomia na vida, e por isso são mais independentes em suas relações conjugais.

Finanças e falta de acesso a crédito

Mesmo com essa autoconfiança e independência, Ana Fontes conta que as principais dificuldades citadas pelas empreendedoras são: a venda dos produtos e serviços; e o acesso a recursos financeiros e crédito.

Segundo relatório recente da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, no ano passado o Brasil bateu recorde de novos negócios e as mulheres são o segundo maior grupo em crescente neste cenário.

A pesquisa IRME revela também que 72% das mulheres empreendedoras avaliam que são totalmente ou parcialmente independentes financeiramente. “Mesmo com autonomia e independência financeira, as mulheres ainda têm dificuldade em conseguir acesso a crédito. 47% das empreendedoras que participaram da pesquisa e que solicitaram crédito, tiveram seus pedidos negados. Essa conta não fecha, não é mesmo?”, explica Ana.

Pandemia e digitalização

Outro movimento que expôs a potência do empreendedorismo feminino foi o desemprego e a falta de renda gerada pela pandemia. De acordo com a Pesquisa IRME, 26% das mulheres consultadas iniciaram seu negócio atual durante a pandemia.

E é impossível pensar em cenário pandêmico, com fases de quarentenas, restrições, incertezas, sem contextualizar o impacto da transformação digital na vida da empreendedora.

Neide Alves, de São Paulo, é um exemplo desses de empreendedora que tinha um negócio e estava desanimada com a pandemia. Aos poucos ela foi deixando tudo de lado e outras pessoas passaram a cuidar dele, até que sua filha a inscreveu no programa RME Digitaliza e durante as mentorias o desânimo foi sendo superado. Hoje ela já retomou o controle do seu próprio negócio, está dedicada e quer expandir mais ainda através do digital. Isso ajudou até mesmo a família que estava ficando sobrecarregada.

Segundo a pesquisa IRME, para 62% das mulheres que empreendem o impacto da digitalização foi positivo para o negócio. Mas, 54% das empreendedoras constatam que a pandemia traz menos oportunidades de crescimento.

Para além do negócio, a pandemia afetou diretamente o dia a dia dessas mulheres. E a pesquisa aborda que mais de 50% das empreendedoras com filhos alegaram que o fechamento das escolas impactou a rotina de trabalho, principalmente para as mães com filhos de 3 a 11 anos.

Sobre digitalização, os aplicativos de mensagens e redes sociais são as ferramentas digitais mais utilizadas pelas empreendedoras em seus negócios. Houve crescimento no uso de sites próprios e de vendas durante a pandemia e mais da metade das empreendedoras utilizam plataformas de e-commerce, site/blog próprio, redes sociais e aplicativos de mensagens para gestão, divulgação e como ferramenta de vendas.

Ferramentas digitais mais utilizadas pelas mulheres empreendedoras:

  • Aplicativos de mensagem 89%
  • Redes sociais 83%
  • Site ou blog próprio 67%
  • e-commerce ou marketplace 55%

Ou seja, 9 em cada 10 empreendedoras utilizam aplicativos de mensagens para o negócio, principalmente para divulgar produtos e atender clientes. E 40% começou ou passou a utilizar esses recursos mais na pandemia.

“A digitalização tem forte impacto na percepção sobre o futuro do negócio. As empreendedoras não digitalizadas têm menor expectativa de crescimento no faturamento e quanto maior a digitalização dos negócios, maior é a confiança e o otimismo das empreendedoras”, afirma Ana Fontes.

Círculo virtuoso da empreendedora

Empreendedoras geram ciclos de melhoria e reinvestimento não só no próprio negócio, ou na família, mas também em suas comunidades e no apoio a outras mulheres. Ana Fontes chama esse processo de círculo virtuoso da empreendedora.

“A mulher quando melhora suas condições, principalmente financeira, investe mais na educação dos filhos, apoia sua comunidade, assiste seus familiares. Além disso, a mulher contrata outras mulheres que vão reagir a essa melhora da mesma forma, potencializando mais pessoas. Temos diversos exemplos na Rede, como a Daianny Reis em Macapá (AP), que tem uma marca de semijoias e trabalha com um grupo de mulheres revendedoras”, comenta Ana.

A Pesquisa IRME aborda este cenário mostrando que entre as empreendedoras que possuem sociedade, 7 em cada 10 possuem sócias mulheres. E 73% dos empreendimentos liderados por mulheres são majoritariamente femininos, contra apenas 21% dos empreendimentos liderados por homens.

Para Ana Fontes, quanto mais incentivo e apoio, mais essas empreendedoras conseguem planejar e se estruturar, estudando e compartilhando suas experiências. “45% das mulheres ouvidas em nossa pesquisa já realizaram algum curso ou formação para empreendedores e 67% planejam realizar nos próximos 12 meses”, completa a presidente do IRME.

Desafios das empreendedoras

A análise feita pelo Instituto Locomotiva junto ao IRME aponta ainda um cenário cheio de desafios para as empreendedoras.

A Pesquisa IRME indica que 79% das empreendedoras acreditam que os cuidados com a casa e a família atrapalham mais as mulheres do que os homens que buscam empreender. “Muitas mulheres ainda não têm apoio e reconhecimento de que seus negócios, ainda que pequenos, fazem parte de um ecossistema potente e que gera muita riqueza”, comenta Ana.

Instituto Rede Mulher Empreendedora

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Rede Mulher Empreendedora

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Sobre o Instituto RME

O Instituto RME, criado em 2017, é o braço social da Rede Mulher Empreendedora – RME e está apoiado em valores como igualdade de gênero, oportunidade para todos, educação, capacitação acessível e colaboração social. O foco é capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil e ajudá-las a conseguir autonomia sobre suas vidas e seus negócios.

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

A RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso, conta com um marketplace com 1691 empresas cadastradas. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Inscrições abertas para a edição 2021 do RME Acelera

A Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, anuncia seu programa de aceleração o RME Acelera 2021. Serão apenas 10 negócios acelerados e as inscrições podem ser realizadas até o próximo dia 30 de agosto. A edição 2021 já conta com o apoio da ACE, Anjos do Brasil, Maya Capital, Canary, Iporanga e BMA Advogados. A Rede convida também as companhias que queiram participar mais ativamente desse movimento apoiando a inclusão de mais mulheres no ecossistema de startups.

O RME Acelera foi criado em 2018 com o objetivo de impulsionar negócios com alto potencial de crescimento e apoiar na inclusão de mais mulheres em startups. O programa é gratuito, equity free e com acompanhamento individual, mentorias e conexão com investidores.

Ana Fontes, Fundadora e Presidente da Rede e do Instituto Rede Mulher Empreendedora, explica que “após ouvir aceleradoras, investidores, redes de investidores anjos e fundos venture capital e private equity, a RME entendeu que é necessário incluir as empresas na participação ativa desse movimento e não somente convidá-los para o Demoday”.

Por isso, como novidade para a edição deste ano, a Rede convida e convoca parceiros para compartilharem desse aprendizado. “É uma forma incrível de troca humana. Ter participação dos investidores suportando a diversidade e a inclusão, buscando negócios alinhados às suas teses de desenvolvimento”, afirma Ana Fontes. Além do contato direto com inscritos e, posteriormente, selecionados, os parceiros também terão atividades focadas no RME Acelera, como o Masterclass ou Café com Investidores.

A Rede Mulher Empreendedora apoia mulheres em startups desde 2014, na organização do Startup Weekend São Paulo Women; entre 2015 e 2017, no apoio do Prêmio Mulheres Tech em Sampa com a Prefeitura SP e, em 2020, apoiando o Mulheres Inovadoras com a FINEP.

Serviço
Inscrição: até 30 de agosto de 2021
Local/site: https://bit.ly/RME_Acelera2021
Seleção: 1º a 17 de setembro de 2021
Live de lançamento do RME Acelera 2021: 09 de agosto – transmissão pelo Youtube
Welcome aboard com Ana Fontes: 23 de setembro
Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

A RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso, conta com um marketplace com 1691 empresas cadastradas. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Instituto RME e Fundación MAPFRE oferecem cursos gratuitos para mulheres

No dia 5 de julho foi lançada a plataforma de conteúdo online ligada ao programa “Ela Segura”, parceria entre o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) e Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos que atua na promoção do bem-estar social.

Anunciado recentemente, o projeto foi elaborado para fomentar o empreendedorismo feminino e oferecer desenvolvimento pessoal e capacitações técnicas e comportamentais, de forma online e gratuita, para mais de 50 mil mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o País.

Entre os temas disponibilizados estão conteúdos de desenvolvimento comportamental como Autoconfiança e Comunicação Pessoal. Para as competências técnicas, os aprendizados serão em torno de Administração Financeira, Fundamentos de Empreendedorismo, Empregabilidade, Marketing. Ao final do curso, as mulheres participantes vão poder desenvolver atuais ou novos negócios, se reposicionar no mercado de trabalho ou conquistar outras formas de atividade remunerada.

Segundo Ana Fontes, presidente do Instituto RME, as beneficiadas contarão com um modelo de aprendizado no formato de trilhas, o que permite com que os conteúdos sejam ensinados para que a participante possa chegar aos seus objetivos.

“Por exemplo, na Trilha Empreendedora ela descobrirá qual é o perfil ideal para empreender, como começar um negócio, como identificar se aquela ideia vai dar certo, entre outras coisas. Já a Trilha Empregadora é para aquela que está buscando um novo emprego e gostaria de saber como identificar habilidades e competências que as empresas valorizam”, explica Ana Fontes.

O “Ela Segura” ainda oferecerá a 2.520 mulheres um auxílio alimentação mensal no valor de R$ 110, durante seis meses, e outras 160 – que terão seus negócios selecionados – receberão aporte financeiro de R$ 3 mil no fim do programa, além de acompanhamento técnico para o desenvolvimento dos negócios.

“A Fundación MAPFRE tem como missão contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e para o progresso da sociedade. Queremos apoiar o empreendedorismo feminino, mudando a condição de vida de milhares de mulheres em situação de vulnerabilidade. O programa abre caminho para que as beneficiadas conquistem sua independência financeira e seu desenvolvimento pessoal. Somente dessa forma, romperemos ciclos de violência e as ajudaremos a fortalecerem suas famílias e comunidades”, diz Fátima Lima, representante da Fundación MAPFRE no Brasil.

Serviço

Inscrições abertas pelo portal: https://elasegura.com.br/

Estreia da plataforma com os conteúdos dos cursos: 05/07/2021

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Sobre o Instituto RME

O Instituto RME, criado em 2017, é o braço social da Rede Mulher Empreendedora – RME e está apoiado em valores como igualdade de gênero, oportunidade para todos, educação, capacitação acessível e colaboração social. O foco é capacitar mulheres em situação de vulnerabilidade social em todo o Brasil e ajudá-las a conseguir autonomia sobre suas vidas e seus negócios.

Sobre a Fundación MAPFRE

Com sede na Espanha e atuação em 31 países, a Fundación MAPFRE é uma instituição sem fins lucrativos, que tem o objetivo de promover, fomentar e investir em pesquisas, estudos e atividades de interesse geral da população. No Brasil atua para disseminar valores, promover o acesso à informação, cultura e visa contribuir com o bem-estar da sociedade, apoiando e desenvolvendo iniciativas nas áreas de Ação Social, Prevenção e Segurança Viária, Seguro e Previdência Social, Promoção da Saúde e Cultura.

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Terceira fase de programa de incentivo ao empreendedorismo feminino terá apoio da Embaixada dos EUA

No último dia 30 de junho foi concluída a segunda fase do programa RME Digitaliza, focado em incentivar empreendedoras brasileiras a digitalizar seus negócios, a iniciativa é idealizada pela Rede Mulher Empreendedora (RME) em parceria com a ONU Mulheres. A próxima fase do programa contará com o apoio da Embaixada e Consulados dos Estados Unidos, por meio do financiamento do POWER, e da Amazon.com, e promoverá treinamento de três meses em marketing digital, vendas e transações online para mulheres empreendedoras.  As inscrições podem ser realizadas através do https://bit.ly/RME_Digitalize até o próximo dia 30 de julho, sexta-feira.

O evento de encerramento da primeira fase do programa contou com a presença do ministro-conselheiro da Embaixada dos EUA, Doug Koneff, e palestrantes como a Fundadora & CEO da RME, Ana Fontes e Tayná Leite, da ONU Mulheres.  As empreendedoras que participaram desta fase apresentaram pitch de negócios a um painel de juízes, que selecionaram as três melhores e as premiaram.  Para assistir ao evento e saber mais sobre as selecionadas acesse: https://bit.ly/Youtube_RMEDigitaliza .

O programa RME Digitaliza oferece oportunidades tanto para empreendedoras brasileiras quanto para empresas norte-americanas, fortalecendo o acesso das participantes à economia digital e potencializando o crescimento seus negócios.  

Segundo Ana Fontes, da RME, mulheres e meninas têm sido especialmente impactadas pelas consequências econômicas e sociais da pandemia. “Dessa mesma forma, os negócios liderados por essas mulheres vêm sofrendo drásticos prejuízos, uma vez que estão concentrados em atividades das mais afetadas durante a crise, como alimentação, vestuário, turismo e serviços”, explica Ana Fontes.

Para se inscrever na terceira fase do programa acesse: https://bit.ly/RME_Digitalize

Mais informações estão disponíveis em: https://rme.net.br/noticias/  

Sobre a RME  

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. O objetivo é fomentar o protagonismo feminino no empreendedorismo, auxiliar quem quer empreender e quem quer se inserir no mercado de trabalho. 

 

Siga o embaixador Chapman no Twitter @USAmbBR. As informações são atualizadas regularmente em nosso site. As nossas contas do TwitterFacebookInstagram e Flickr também fornecem atualizações regulares.   

  

Para mais informações sobre esta nota à imprensa, entrar em contato com a Assessoria de Imprensa da Embaixada dos EUA em Brasília, pelo e-mail BrasiliaEMBEUA@state.gov. Participe da nossa lista de transmissão no WhatsApp: adicione o número (61) 99674-8008 na sua lista de contatos e envie uma mensagem com seu nome e o veículo que representa.   

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Rede Mulher Empreendedora passa a integrar o “Conselho para Capitalismo Inclusivo com o Vaticano”

A Rede Mulher Empreendedora, a primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, passa a integrar o “Council for Inclusive Capitalism with the Vatican”, uma organização global sem fins lucrativos que reúne imperativos morais e de mercado para construir um sistema econômico mais inclusivo, sustentável e confiável que atenda às necessidades das pessoas e do planeta. “Estou honrada em dar as boas-vindas a Ana Fontes, e sua RME, ao Conselho e espero trabalhar com ela e sua equipe para garantir um futuro melhor para todos nós”, disse Meredith Sumpter, CEO do Conselho para Capitalismo Inclusivo.

O Conselho para o Capitalismo Inclusivo está focado na ação. Coordenado por CEOs e líderes globais que comprometem suas organizações com medidas específicas para criarem valor de longo prazo para todas as partes interessadas. “Quer você administre uma pequena empresa, uma empresa de médio porte ou seja o CEO de uma corporação global, todos temos um papel a desempenhar para construir economias e sociedades mais inclusivas”, afirma Meredith Sumpter.

Segundo ela, os compromissos dos membros são mensuráveis ​​e publicados na plataforma online oficial da instituição. “Esses compromissos têm como objetivo motivar e desafiar os outros membros a articular idéias e contribuições para o movimento. As organizações aliadas trabalham em paralelo com os valores do Conselho, fornecendo um exemplo por meio de seu próprio trabalho e missões”, explica, reforçando que o Conselho é inclusivo e seus membros lideram organizações de todos os tamanhos, em todos os setores e territórios. “Abordamos a urgência em termos ações conscientes e coletivas de todo Conselho, ou seja, de líderes da indústria a empreendedores de pequeno e médio porte, para dimensionar o impacto necessário para que o capitalismo se torne mais inclusivo e sustentável”, finaliza Meredith.

O Conselho foi lançado em dezembro de 2020 com a convicção de que as empresas têm a responsabilidade e a capacidade de criar economias e sociedades mais fortes, justas e dinâmicas. A filiação ao conselho está aberta a todas as empresas e organizações que desejam assumir compromissos públicos mensuráveis ​​para práticas de negócios mais inclusivas e sustentáveis. A lista completa dos membros do Conselho está disponível no site https://www.inclusivecapitalism.com/our-members/.

Entre os líderes que fazem parte do Conselho estão:

Ajay Banga, presidente executivo, Mastercard

Oliver Bäte, Presidente do Conselho de Administração, Allianz SE

Marc Benioff, presidente, diretor executivo e cofundador, Salesforce

Edward Breen, presidente executivo, Dupont

Sharan Burrow, Secretária Geral, Confederação Sindical Internacional

Mark Carney, Conselheiro Financeiro da COP26 do Primeiro Ministro e Enviado Especial das Nações Unidas para Ação Climática e Finanças

Carmine Di Sibio, presidente global e diretor executivo, EY

Brunello Cucinelli, Presidente Executivo e Diretor de Criação, Brunello Cucinelli S.p.A.

Roger Ferguson, presidente e diretor executivo, TIAA

Lynn Forester de Rothschild, fundadora e sócia gerente, Inclusive Capital Partners

Kenneth Frazier, Presidente do Conselho e CEO, Merck & Co., Inc.

Fabrizio Freda, presidente e diretor executivo, The Estée Lauder Companies

Marcie Frost, CEO, CalPERS

Alex Gorsky, Presidente do Conselho e CEO, Johnson & Johnson

Angel Gurria, Secretário-Geral, Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Alfred Kelly, Presidente e CEO, Visa Inc.

William Lauder, presidente executivo, The Estée Lauder Companies

Bernard Looney, CEO, BP

Fiona Ma, Tesoureira, Estado da Califórnia

Hiro Mizuno, Membro do Conselho, Princípios para Investimento Responsável

Brian Moynihan, presidente do conselho e diretor executivo do Bank of America

Ronald P. O’Hanley, Presidente e CEO, State Street Corporation

Rajiv Shah, presidente, The Rockefeller Foundation

Tidjane Thiam, membro do conselho, Kering Group

Darren Walker, presidente, Fundação Ford

Mark Weinberger, ex-presidente e CEO da EY e membro do conselho da J&J, MetLife e Saudi Aramco

Sobre RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

A RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso, conta com um marketplace com 1691 empresas cadastradas. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Casé Comunica firma parceria com a Rede Mulher Empreendedora

Com mais de 30 anos no mercado de comunicação, a Casé Comunica é a nova agência de comunicação da Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, do Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade, e da empreendedora social que criou essas duas frentes, Ana Fontes.

Fundada por Patrícia Casé, a agência, que tem sede em São Paulo e atualmente opera em home office, inicia um trabalho de assessoria de comunicação e Relações Públicas com foco no 10º Fórum RME Mulheres e Empreendedorismo, que será realizado pelo segundo ano consecutivo de forma online nos próximos dias 21, 22 e 23 de setembro.

“É uma honra assumir esse desafio. Acompanhamos de perto o trabalho da Ana Fontes, que também faz parte do elenco de palestrantes de nossa agência de conteúdo (Casé Fala). Conectar a potência da mulher empreendedora e de todos os projetos lindos que a Rede e o Instituto produzem, principalmente, com a imprensa será um trabalho enriquecedor”, celebra Patrícia.

As jornalistas Nadja Pontes e Mariana Marques ficaram responsáveis por atender e colaborar com a comunicação da Rede, do Instituto e da Ana Fontes. Os e-mails para contato e informações são:

nadja@casecomunica.com.br e mariana@casecomunica.com.br.

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 750 mil pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

A RME promove eventos anuais como a Casa das Empreendedoras e o Fórum Empreendedoras; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Além disso, conta com um marketplace com 1691 empresas cadastradas. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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