Zygon abre 30 vagas para trabalho remoto

Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, anuncia a abertura de 30 vagas de trabalho, todas serão permanentemente para home office/remoto, mesmo após o fim das medidas de isolamento social. Sendo assim, podem candidatar-se pessoas de todo o Brasil e até mesmo de fora.

Para as vagas anunciadas, a Zygon busca atrair uma seleção mais inclusiva, por isso espera motivar para o universo da tecnologia mulheres, negros, LGBTQIA+, PcD e maiores de 50 anos. De acordo com Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de redes sociais, quem for contratado passará por um treinamento intenso no seu primeiro mês, por isso a seleção atentará principalmente para soft skills, visto que hard skills serão ensinadas durante o período de onboard das novas pessoas.

As vagas anunciadas são para Customer Success, Trader (Mídia Digital), Scrum Master, AdOps (Assistente de Mídia), Web Designer, Assistente de Pesquisa, Analista de Dados, Analista de Web Analytics, Analista de RH, Assistente Financeiro, entre outras. Essas oportunidades envolvem serviços de suporte, operacional, pesquisa, monitoramento e desenvolvimento.

“Acreditamos que mais importante do que apenas abrir novas vagas é oferecer um treinamento intenso para o desenvolvimento das hard sklills necessárias. Assim, encorajamos pessoas talentosas mesmo que não tenham contato prévio com marketing digital para se inscreverem no processo e verdadeiramente abrimos espaços no mercado de trabalho”, finaliza Lucas Reis.

Serviço
As inscrições podem ser feitas em: https://zygon.digital/jobs/

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Seu CEO, Lucas Reis, é Presidente do Comitê de Diversidade & Inclusão do IAB Brasil.

Mais informações para imprensa:
Casé Comunica
www.casecomunica.com.br
Redes Sociais: @casecomunica
mariana@casecomunica.com.br
nadja@casecomunica.com.br
fabiana@casecomunica.com.br

Autocuidado: o mercado de US$ 1,5 trilhão e o crescimento de 122% no interesse por estética

No Brasil, a Zygon, adtech especializada em marketing digital com soluções de análise de dados e mídia programática, realizou um estudo comportamental sobre autocuidado e interesse por estética com base em mais de 105 mil menções postadas em redes sociais ao longo de 2020. Os dados apurados indicam que 90,67% das pessoas se preocuparam mais em cuidar do cabelo, enquanto 41% delas demonstrarem que a prática de se cuidar traz um sentimento maior de leveza.

E uma pesquisa realizada pela McKinsey & Company com 7,5 mil consumidores de seis países, entre eles o Brasil, indica que 79% dos entrevistados acreditam que o bem-estar é importante e 42% o sinalizam como uma prioridade. Além disso, o valor de mercado global de produtos e serviços considerados neste segmento está calculado em mais de US$ 1,5 trilhão, com crescimento anual entre 5% e 10%. A pesquisa mostra ainda que o gasto com produtos chega a 70% desse valor e os outros 30% são destinados aos serviços.

Ano passado houve ainda um crescimento de 122% no interesse pelo tema estética e autocuidado, com um grande pico no mês de agosto que chegou a 287% – época em que foi decretada uma flexibilização das medidas mais restritivas da quarentena em muitas regiões do Brasil.

A prática de skincare (cuidado com a pele) também cresceu desde o início da pandemia, mas as menções de interesse a ela corresponderam a 7,9%, seguida pela atenção ao corpo, que correspondeu a 1,43% das menções.

Mas, por que o autocuidado cresceu em 2020?

“A pandemia gerou diversas consequências terríveis. Saindo do caos na saúde e políticas públicas, outras questões sensíveis vêm sendo discutidas, como as relacionadas à saúde mental, por exemplo. A pesquisa nos mostra que as pessoas encontraram nos momentos para cuidarem de si uma boa forma de tornar a situação mais leve”, explica Lucas Reis, CEO da Zygon e Doutor em Big Data aplicada à análise de dados de redes sociais. Neste sentido, os números apontam que 41% do público analisado liga a prática do autocuidado ao sentimento de leveza; 37% menciona felicidade e 22% relaxamento a esses momentos.

Dessa forma, Lucas Reis analisa que “lavar, hidratar, umectar, fitar e secar o cabelo tornou-se parte de um ritual para se deixar mais bonito por fora, mas, principalmente, ficar mais tranquilo por dentro. Esses sentimentos se tornaram necessários durante o momento de tensão e incerteza causado pela pandemia como uma alternativa”, conclui.

Sobre a Zygon

Zygon é uma adtech, considerada uma das mais inovadoras por programas internacionais de aceleração. É especializada em soluções de mídia programática, análise de dados para compreensão dos públicos-alvo e a geração de insights, além de fornecer de treinamentos e apoiar a jornada on-line de anunciantes e publishers. Fundada na capital baiana, a empresa atende clientes em todo o país, por meio de seus escritórios em São Paulo, Recife e Salvador. Seu CEO, Lucas Reis, é Presidente do Comitê de Diversidade & Inclusão do IAB Brasil.

Mais informações para imprensa:
Casé Comunica
www.casecomunica.com.br
Redes Sociais: @casecomunica
nadja@casecomunica.com.br
mariana@casecomunica.com.br
fabiana@casecomunica.com.br

Fora de estereótipos: 22 milhões de mulheres se interessam por política e 1,7 milhão têm o próprio negócio

Zygon, adtech especializada em soluções de mídia programática, realizou um levantamento para saber o que os dados mostram sobre os estereótipos criados pela publicidade para o público feminino, que representa 51,8% da população brasileira. Os dados reforçam que as mulheres têm um grande potencial empreendedor, mesmo não sendo a maioria nos cargos de liderança:

  • Ao todo, 1,7 milhão de mulheres estão como “lifestyle” de donas de negócios. E elas também têm curiosidade sobre inovação;
  • Mais de 3,7 milhões delas vêem interesse em no imóvel próprio;
  • Outras 2,8 milhões buscam informações sobre o mercado financeiro.
  • E no universo das leis não fica para trás: cerca de 1,9 milhões procuram por assuntos jurídicos;
  • Do público interessado por política na internet, 32% é representado por mulheres;
  • Os números indicam que no Brasil, 22 milhões se interessam por política e acompanham colunas sobre o assunto;
  • As buscas pelo termo “mulheres na política” cresceram 79% no segundo semestre de 2020, embora elas estejam longe de ocupar cargos de representação política na mesma proporção.  

“Estamos tentando desconstruir os estereótipos criados pela sociedade e replicados pela publicidade, mostrando adesões de públicos pouco imaginados para bens de consumo”, comenta Marília Duarte, COO na Zygon, que idealizou o levantamento junto com Maria Cerviño, Analista de Mídia Digital. A ideia das especialistas é abrir dar subsídios para abrir a criatividade e os horizontes na forma como as “personas” são pensadas ao serem criadas as campanhas de publicidade.

 

Para a pesquisa os dados utilizados são NON-PII (não identificáveis) oriundos dos principais Data Providers comportamentais do mercado, como Navegg e Tail Target. Eles foram cruzados com informações demográficas fornecidas pelo site IBGE Educa. Aliado a isto, foi usada a ferramenta Google Trends, que demonstra o interesse nos termos dentro do buscador Google no Brasil.

Mais dados interessantes:

  • 2.8 milhões em ciência e tecnologia;
  • 2 milhões em educação;
  • 501.5 mil mulheres pesquisam sobre computação;

Nos esportes:

  • 2.4 milhões em futebol;
  • 310 mil em artes marciais;
  • 282.6 mil se interessam por ciclismo;
  • 145.9 mil em dança;
  • 132.8 mil em tênis;
  • 71.9 mil em surfe.

Recorte Regional

  • Bahia: a categoria saúde é a que se destaca quando falamos de intenção de compra, planos de saúde, medicamentos, serviços odontológicos e artigos fitness entram nessa categoria;
  • Pernambuco: interesse por carreira e educação (vestibular, empregos, concurso público, etc.) e comidas e bebidas (culinária, alimentação saudável, vegetarianismo, vinhos, etc.) na mesma proporção;
  • Ceará: são mais de 1.1 milhão de mulheres interessadas em tecnologia, desde desenvolvimentos de softwares e tecnologia empresarial, até redes sociais e fotografia;
  • Goiás: 84% das mulheres utilizam dispositivos móveis para se atualizarem das notícias. Os principais assuntos de interesse são notícias locais, policiais, ciência e economia;
  • São Paulo: 27 milhões de mulheres tem interesse em entretenimento.

Mais informações para imprensa:

Casé Comunica

www.casecomunica.com.br

Redes Sociais: @casecomunica

Fabíola Binas – fabiola@casecomunica.com.br

Fabiana Oliva – fabiana@casecomunica.com.br